No Brasil, alguns subsídios litúrgicos, infelizmente, oferecem “sugestões criativas” para a celebração da Santa Missa. Tais ideias não fazem parte da celebração eucarística, segundo a Sacrossanctum Concilium (SC), constituição conciliar dobre a liturgia do Vaticano II, a Inrodução Geral ao Missal Romano (IGMR) e as Normas para o Ano Litúrgico e Calendário (NALC). Portanto, não se deve segui-las, a não ser que se queira desvirtuar ou destruir a Sagrada Liturgia. Liturgia não se inventa, celebra-se aquilo que recebemos do patrimônio da Igreja, com sacralidade e respeito. A única sugestão que deveria valer para todos é compreender e adentrar no espírito da celebração da Eucaristia.
Abaixo apresento “as sugestões" que os subsídios sugerem para este II Domingo da quaresma, dia 04 de março, seguido do comentário com a palavra oficial da Igreja e algumas palavras nossas.
a) "Continuar destacando a cruz".
Comentário: “Haja também sobre o altar ou em torno dele uma cruz, ornada com a imagem do Cristo crucificado. Os castiçais e a cruz, ornada com a imagem do Cristo crucificado, podem ser trazidos na procissão de entrada..” (IGMR, 117). São as palavras oficiais da Igreja quando se trata da cruz na celebração da Eucaristia. Há ainda outras, no mesmo sentido. Fora isso, é invencione de liturgistas. Quando se sugere “continuar dando destaque” a algo que pela estrutura orgânica da celebração já tem o seu espaço, só podemos imaginar uma cruz enfeitada de fitas coloridas... E isso é preferível nem comentar...
b) "Após a saudação inicial, fazer a recordação da vida, lembrando as realidades que precisam ser transfiguradas".
Comentário: “Em seguida, o sacerdote convida para o ato penitencial, que, após, breve pausa de silêncio, é realizado por toda a assembleia através de uma fórmula de confissão...” (IGMR, 51). Palavra da Igreja. Ato Penitencial é o reconhecimento dos pecados pessoais e clamor à misericórdia divina. Quando se fala em “recordação da vida, lembrando as realidades que precisam ser transfiguradas”, sentimos o cheiro daquela velha cantilena que culpabiliza os cristãos pelos males do mundo. Não caiam nessa! A primeira realidade a ser transfigurada somos nós mesmos, em Cristo Jesus na potência do seu Espírito Santo!
c) "Neste dia (...) é importante valorizar o silêncio..”
Comentário: “Oportunamente, como parte da celebração, deve-se observar o silêncio sagrado. A sua natureza depende do momento em que ocorre em cada celebração. Assim, no ato penitencial e após o convite à oração, cada fiel se recolhe; após uma leitura ou a homilia, meditam brevemente o que ouviram; após a comunhão, enfim, louvam e rezam a Deus no íntimo do coração...” (IGMR, 45). É o que se encontra no Missal Romano. O silêncio faz parte da estrutura orgânica da Missa. Quando se sugere a valorização do silêncio, é porque ele não está sendo observado, talvez porque a mesma pessoa ou grupo que agora sugeriu valorizar o silêncio, sugeriu anteriormente perturbar a celebração com cartazes, destaques para a cruz e excesso de comentários.
Abaixo apresento “as sugestões" que os subsídios sugerem para este II Domingo da quaresma, dia 04 de março, seguido do comentário com a palavra oficial da Igreja e algumas palavras nossas.
a) "Continuar destacando a cruz".
Comentário: “Haja também sobre o altar ou em torno dele uma cruz, ornada com a imagem do Cristo crucificado. Os castiçais e a cruz, ornada com a imagem do Cristo crucificado, podem ser trazidos na procissão de entrada..” (IGMR, 117). São as palavras oficiais da Igreja quando se trata da cruz na celebração da Eucaristia. Há ainda outras, no mesmo sentido. Fora isso, é invencione de liturgistas. Quando se sugere “continuar dando destaque” a algo que pela estrutura orgânica da celebração já tem o seu espaço, só podemos imaginar uma cruz enfeitada de fitas coloridas... E isso é preferível nem comentar...
b) "Após a saudação inicial, fazer a recordação da vida, lembrando as realidades que precisam ser transfiguradas".
Comentário: “Em seguida, o sacerdote convida para o ato penitencial, que, após, breve pausa de silêncio, é realizado por toda a assembleia através de uma fórmula de confissão...” (IGMR, 51). Palavra da Igreja. Ato Penitencial é o reconhecimento dos pecados pessoais e clamor à misericórdia divina. Quando se fala em “recordação da vida, lembrando as realidades que precisam ser transfiguradas”, sentimos o cheiro daquela velha cantilena que culpabiliza os cristãos pelos males do mundo. Não caiam nessa! A primeira realidade a ser transfigurada somos nós mesmos, em Cristo Jesus na potência do seu Espírito Santo!
c) "Neste dia (...) é importante valorizar o silêncio..”
Comentário: “Oportunamente, como parte da celebração, deve-se observar o silêncio sagrado. A sua natureza depende do momento em que ocorre em cada celebração. Assim, no ato penitencial e após o convite à oração, cada fiel se recolhe; após uma leitura ou a homilia, meditam brevemente o que ouviram; após a comunhão, enfim, louvam e rezam a Deus no íntimo do coração...” (IGMR, 45). É o que se encontra no Missal Romano. O silêncio faz parte da estrutura orgânica da Missa. Quando se sugere a valorização do silêncio, é porque ele não está sendo observado, talvez porque a mesma pessoa ou grupo que agora sugeriu valorizar o silêncio, sugeriu anteriormente perturbar a celebração com cartazes, destaques para a cruz e excesso de comentários.

Continue com estes comentários às "sugestões", são bem pertinentes.
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